Rodrigo Caetano fala sobre a captação de jogadores para a Base

Márcio Iannacca do Globoesporte.com repercutiu junto ao Diretor-Executivo do Vasco as recentes contratações que tem sido feitas pelo Vasco de jogadores com idade de integrar às Categorias de Base do Vasco. Após montar o elenco do time profissional no início da temporada, o profissional passou a buscar a captação de novos talentos.

O primeiro momento foi reforçar o grupo de profissionais. Agora a ênfase vai ser na formação de atletas. É um projeto de médio a longo prazo que estamos iniciando. Estamos procurando os atletas em vez de esperar que eles nos procurem – explicou Rodrigo Caetano.

Segundo a reportagem, ‘uma rede de observadores foi contatada pelo clube para achar jogador por todos os cantos do país’.

Estamos procurando ampliar o leque de fornecedores. É um trabalho árduo que estamos fazendo para revelarmos atletas no futuro – afirmou o dirigente.

Ainda segundo o jornalista, Rodrigo Caetano esclareceu que ‘busca é por garotos de 12 a 19 anos para iniciar um novo processo de revelação de atletas em São Januário.’

Somente no mês de Setembro o Vasco já federou 14 atletas, sendo que como profissionais apenas os dois últimos, o Goleiro Gott e o Atacante Pedro Lucas, ambos para o Júnior.

Com idade e a tempo de inscrição para o Campeonato Estadual Juvenil vieram Otávio do Volta Redonda, Arthur do Vilavelhense, Pedro Rei do Flamengo e Luiz Carvalho do Joinville.

Com idade para disputar as competições de Júniores em 2010 vieram Rigotti do Caxias, Jonathan do Cruzeiro, Douglas do Resende, Allan Miguel do Juventude, Ignácio do Osternac e Hebert do Botafogo.

Ainda temos o Rômulo Marinho que veio do Heliópolis para o Infantil e apenas José Victor foi um primeira inscrição de amador.

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12 Respostas para “Rodrigo Caetano fala sobre a captação de jogadores para a Base

  1. Verdade, isso tinha que sai em algum jornal do Rio, em algum meio que tenha influência, espero que eles mudem isso o mais rápido possível!

  2. Bom saber que o Vasco está investindo por todo Brasil, espero que esses ‘olheiros’ não sejam ‘empresários’ tentando valorizar seus jogadores e esses jogadores que o Vasco está adquirindo que tenham pelo menos um contrato e um no minímo de 50% do seu passe pertencente ao Vasco!

    Sobre o macarrão, Canizio poderiam fala sobre isso no Só dar Vasco, vi q vc foi na rádio, vi sua entrevista!

    Sempre perfeito!

    • Pois é, o Macarrão. Se isso fosse comentado no Só dá Vasco, com certeza a situação tenderia a mudar mais rápido.
      Se o Dono de lá, esqueci agora, se interessar, é só ele ir ao refeitório e conferir. Ninguém vai mexer com ele.
      Se eu fizer isso tá arriscado eles caçarem meu título de sócio.
      Basta querer, Basta não se conformar e achar tudo lindo.

  3. amigo canízio, não sei como, mas vamos tentar mudar a mentalidade dos dirigentes do vasco para uma melhor condição dos garotos.

  4. amigo canízio, o pensamento do helder é correto, é necessário pensar que em futuros lucros o vasco poderá finalmente acabar com esse negocio de macarrão com salsicha e outras alimentações que sabemos que para um atleta são fundamentais.
    construção de um ct onde cada categoria já tenha seu campo definido, para que tenhamos tudo isso, não existe mágica e os recursos serão necessários.
    devo lembrar que o rj possui vários garotos espalhados que necessitam apenas se uma oportunidade , basta sair a procura, o que vc acha de termos ex jogadores na função de olheiros, sem atravessadores, pegando o garoto sem ser lapidado por pseudos empresários?
    saud. vasc.

    • Pra acabar com o macarrão com salsicha não precisa e nem pode esperar por plano algum.

      Isso é só querer.

      Adão, temos que nos preparar para saber conviver com os empresários.

      Mas quando melhor for o clube, mais os pais e até mesmo os empresários vão querer colocar seus jogadores e

      assim mais poder o clube tem.

      Mas se você dá macarrão no almoço e no jantar, é baratinho pra qualquer outro clube vir tirar atletas nossos.

  5. Se vc fabrica jogadores e vende, vc lucra e passa a ter mais dinheiro para fabricar novos jogadores, melhorar o CT, a estrutura, ou seja, melhora para todos.

    Hj a venda de jogadores sustenta boa parte do orçamento dos maiores clubes brasileiros e o Vasco naum pode ficar fora disso.

    O Grêmio vendeu 30 milhões de euros em jogadores da base enquanto o Rodrigo estava lah e com isso, além de contratar grandes jogadores, criou um CT com 8 campos para a base

    Ou seja, todos saíram ganhando

    Se ele conseguir repetir esse modelo no Vasco, com certeza será um grande salto para o nosso clube.

  6. amigo canizio, a estrutura para se manter o nível é super importante, creio que a idéia do rodr. caetano é de montar uma estrutura como a do internacional, não sei se a do grêmio é tão boa quanto a do internacional, mas o grêmio vêm se estruturando também para alcançar um topo máximo, meu cunhado é gaúcho, é sócio do internacional ms reside aqui no rj e conversamos muito acerca de futebol e ele sempre comenta comigo desse trabalho que é realizado no internacional, bem antes do giuliano aparecer ele já tinha comentado comigo, o mesmo com o sandro, além disso o internacional não abri mão de buscar algumas peças fora, pois sabe que um time formado somente por garotos fica dificil de ganhar títulos, ele forma e revela, e até vendi, mas continua com um time capaz de lutar por títulos, acho que vasco tem que se preocupar com todos esses aspectos.
    um abraço e saud. vasc.

    • Orlando, eu quis passar a necessidade de não se abandonar a formação.

      Hoje um pai acabou de me passar um email falando que o filho não suporta mais macarrão com salsicha no almoço,

      macarrão com carne moída no jantar.

      Café da manhã só com café, as vezes tem pão também.

      Formar jogadores é que cumpre a função social do clube e teoricamente cria jogadores identificados com o clube.

      O Inter faz ambas as coisas. Tenho medo que passemos a virar só vitrine de empresários.

      Neste ano ele já trouxe vários jogadores neste esquema, jogadores que já rodaram o brasil.

      Que vão de clube em clube buscando uma oportunidade para aparecer.

      Por enquanto não está vindo nenhum titular, a maioria dispensados de seus clubes.

      Mas eu vou acompanhar, se deus quiser, se pelo menos lucrar nós vamos.

      Este ano pelo que eu vi foi assim: Maicon Assis para o Júnior, Douglas para o Juvenil, Diego para o Infantil e Mosquito para o Mirim.

      Foram as melhores contratações.

      Mas minha preocupação é com a função social do clube, sua capacidade de formar indivíduos saudáveis para a sociedade e

      a capacidade de seus profissionais de formar bons jogadores.

      O Lucro do inter em transações de jogadores é lindo, eu também quero para o vasco, mas isso não tem nada a ver comigo.

      Não sei se me explico bem mas o que me dá prazer em trabalhar é ver as crianças defendendo o Vasco, eu quero que o

      Vasco transforme a vida delas para melhor. Isso é o que uma instituição saudável faz. Eu quero ter orgulho do trabalho

      que meu clube faz.

      Eu não CONTRA Rodrigo Caetano ou seus planos, eu quero apenas que o Vasco dedique maior parte do orçamento

      para a Base.

  7. Não podemos também transformr o Vasco num “clube de empresários”, que busca talentos apenas para vender à primeira oferta.
    O trabalho de longo prazo precisa ter em vista a formação de atletas PARA O VASCO, como sempre foi.
    Trazer (não gosto muito disso) jogadores ara colocar na vitrine, como fazem alguns clubes, apenas para ganhar dinhero (sempre bom, não é o papel doVasco.
    Precisamos ter jogadores para montar bons times, vender os direitos de um ou outro, mas não planejar apenas com espírito mercantilista.
    O Caetano parece que tem outra visão de Vasco…

  8. Não confundamos o trabalho de revelar jogadores com o de formar jogadores.

    O modelo gaúcho é vencedor em gerar renda, portanto é importantíssimo, mas o Vasco não pode abandonar os atletas que já estão dependendo da nossa formação.

    É preciso urgentemente aumentar o investimento de custeio para que pelo menos os jogadores tenham campos decentes para treinamento.